Arquivo para fevereiro \18\UTC 2011

Capitulo 004 – Um Despertar em Desespero

Partes – 01 02 03

Ambas as garotas acordam amaradas juntas e de costas para uma arvore, suas cabeças já não doíam mais e diante dela um homem alto de porte médio e cabelos escuros estava sentado junto há fogueira da noite anterior, nela uma chaleira familiar para Reiko soltava baforadas de vapor enquanto numa panela com água quente onde algumas ervas estavam de molho. Malon olha para o homem indignada vendo que estava rendida e que seu cavalo a trocara por ele.

– Finalmente acordaram em garotas preguiçosas. – disse ele com uma voz bastante amigável. – Poderiam me dizer seus nomes para que possamos ter nosso desjejum?

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Capitulo 003 – Rumo ao Leste

Partes – 01 02

Após quatro dias rastreando a trilha que os fugitivos da Sociedade deixaram Reiko já estava  um tanto quanto cansada e parou para descansar em uma pequena clareira afastada da estrada. La ela acendeu uma fogueira e nela preparou um coelho que havia pego nesta manhã, já tinha uma aparência de viajante pois a muito não tomava um banho nem mesmo passara por um rio para poder se refrescar. Ao cair da noite, como de costume, arrumou seu saco de dormir e sussurrou algo que ouvidos normais não seriam capazes de distinguir uma única palavra, então dormiu como se estivesse debaixo de um teto em seu aconchego.

Nesta mesma trilha já cavalgava Malon em seu cavalo caramelo e com seus longos cabelos loiros ao vento, porem já não estava mais vestida como camponesa, há não mais que um dia dali havia encontrado um homem solitário que quis roubar-lhe e fazer dela sua escrava, já um pouco acostumada com esse tratamento Malon lhe deu um lição memorável de como tratar uma mulher e se vestiu adequadamente para qualquer ocasião que se mostrasse de real perigo dali em diante, vinha trajando seu manto branco com belos adornos em seu capuz.

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Capitulo 002 – A Feiticeira da Tormenta

Partes – 01

Malon, que estava muito apressada hoje, caminhava pela floresta muito atenta a qualquer detalhe e reclamando:

– Onde é que esses ladrõezinhos se enfiaram? Será que meu cajado esta quebrado e esta apontando para outra coisa? Que diabos quando acho que ia ter alguma informação sobre o mestre eles desaparecem de medo de uma dama como eu…

Então ela levanta seu cajado e recita: malamush atir ravok.

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