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Incêndio em Etrian – Parte 2

Partes – 01

Após alguma horas correndo na trilha onde as chamas foram iniciadas, o corpo de Verdi estava fadigado, o ar pesado e poluído por causa da queimada piora a situação do druida, os pulmões se enchem, mas seu sangue não oxigena, a super ventilação faz com que os músculos se tornem cada vez mais fracos, o cérebro vai perdendo o controle sobre o corpo, a oxigenação piora cada vez mais, a visão se torna nublada, o senso de direção se vai e o druida cai, seus rosto se choca com uma raiz exposta, o impacto abre sua sobrancelha, a visão piora e Verdi encontra-se desacordado.

A floresta agora está com o incêndio controlado, as chamas agora estão apenas no caminho de Verdi, o incendiário se aproxima do coração de Etrian, o fogo que queima a floresta pode ser controlado, mas o perigo em incendiar o coração, a nascente de toda a vida,  é de não só matar a floresta, mas todo o equilíbrio mágico e natural do local, um santuário onde natural, divino e mistico se encontram.

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Incêndio em Etrian – Parte 01

Etrian é uma floresta milenar, sobreviveu a incontáveis tentativas de destruição durante os longos anos, incêndios que eram causados em suas fronteiras para liberar terra para cultivo e até mesmo a presença de orcs não conseguiram por abaixo seu magnifico ecossistema. Os moradores mais antigos da região dizem que nem mesmo um grande incêndio destruiria a floresta pois ela cresce mais rápido do que queima. Seu interior é cheio de galhos e cipós, o chão e coberto por raízes aéreas e muito sedimento deixados pelas intemperes do clima e pelos animais que ali habitam.

Sua flora é composta basicamente de arvores delgadas e densas que possuem a copa muito densa, fazendo com que o solo abaixo delas seja um solo sem muita vegetação rasteira, apenas musgos e fungos se desenvolvem em pedras e nas pequenas áreas do solo que ainda restam. A fauna da floresta é algo que poucos conhecem, a maioria dos seres que vivem nas proximidades de Etrian não se aventura em seu interior, e os poucos que entram nunca vão fundo o suficiente para encontrar algum animal. Mas cerca de 700 anos atrás, um jovem com um estranho dom de manipular pequenas plantas e animais, se aventurou na mata para fugir de seu próprio povo que não o compreendia.

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